Autor: Alcir Categoria: (Corrida, Windows Vista)

Pure

PurePlataforma: Windows Vista
Distribuidora: Disney Interactive Studios
Fabricante: Black Rock Studio
Data de Lançamento: 16/09/2008
Data de Aquisição: 19/09/2008
Região: EUA
N.º de Jogadores: 1
Gênero: Corrida
Minha Nota: 4_stars

 

 

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O objetivo da Disney Interactive com “Pure” de modesto não tem nada: o jogo, sob responsabilidade do estúdio Black Rock, quer levar a corrida de quadriciclos a um novo nível, e para tanto investe em saltos fenomenais, com direito a manobras aéreas, tudo retratado através de gráficos fotorrealísticos. Em suma, na medida exata para quem gosta de esportes radicais que desafiam a gravidade.
O início não foge muito ao padrão: o jogador deve escolher um entre uma variedade de pilotos, masculinos ou femininos, para representá-lo na corrida. Os adversários podem ser tanto controlados por inteligência artificial quanto de carne e osso, já que o modo multiplayer oferece suporte para até 16 participantes.
As modalidades abrangem desde as tradicionais, colocando os quadriciclos para disputar roda a roda a primeira posição, até competições “freestyle”, nas quais o que importa é a performance com as peripécias e manobras. As pistas são baseadas em locais reais do globo.
A Black Rock, antes conhecida como Clímax Racing, tem experiência no gênero, tendo desenvolvido franquias como “ATV Offroad Fury” e “Moto GP”. A produtora tem a ajuda de Wes Miller, piloto professional e fundador da H-Bomb Films, equipe conhecida pelas manobras, para desenvolver “Pure”.

Autor: Alcir Categoria: (Aventura, Ação, PlayStation 2)

Star Wars: The Force Unleashed

Star Wars The Force Unleashed Plataforma:  PlayStation 2
Distribuidora: LucasArts
Fabricante: Krome Studios
Data de Lançamento: 16/09/2008
Data de Aquisição: 17/09/2008
Região: EUA
N.º de Jogadores: 1
Gênero: Ação; Aventura
Minha Nota: 5_stars

 

 

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A série “Star Wars” pode ter acabado no cinema, mas todo um universo criado por George Lucas ainda está esperando para ser revelado. Um deles será um para a nova geração de consoles, apelidado de “Force Unleashed”, que como diz, terá na Força o sua principal característica.
Com essa habilidade inerente aos jedis, o jogador poderá mover remotamente vários objetos e até mesmos inimigos. Como explorado em games como “Psi-Ops: The Mindgate Conspiracy”, o personagem pode arremessar um inimigo contra o chão ou uma parede. Ou pode levitá-lo enquanto solta um raio de eletricidade como o imperador Palpatine.
Em uma das cenas, por exemplo, o stormtrooper pode se agarrar a uma estrutura, que foi arrancada quando ele foi puxado para o outro lado. Para aumentar o realismo, outros objetos que estão em volta também fazem o mesmo movimento. Os escombros podem virar um projétil, sendo jogados contra uma nave.
A distorção do ar e o movimento irregular da chuva ajudam a materializar esses poderes, e dão a impressão de serem mais intensos. Os jedis também podem usar uma espécie de explosão de Força, que destrói tudo que está à volta. Numa demonstração, máquinas que estavam ao redor ficaram despedaçadas, gerando muitas faíscas, em um belíssimo efeito de partículas. Naturalmente, os personagens também usarão o indefectível sabre de luz.
O novo “Star Wars” terá um “engine” feito do zero, baseados em tecnologias da Industrial Light and Magic, empresa de efeitos especiais para cinema de George Lucas. Uma das vantagens do “engine” é que cada material se comporta como é na realidade: madeira se espatifa com o impacto, enquanto uma viga de aço enverga sob a mesma força. Vidros quebram em pequenos pedaços.

Autor: Alcir Categoria: (Aventura, Ação, PlayStation Portable)

Star Wars: The Force Unleashed

Star Wars The Force Unleashed Plataforma:  PlayStation Portable
Distribuidora: LucasArts
Fabricante: Krome Studios
Data de Lançamento: 16/09/2008
Data de Aquisição: 17/09/2008
Região: EUR
N.º de Jogadores: 1
Gênero: Ação; Aventura
Minha Nota: 5_stars

 

 

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A série “Star Wars” pode ter acabado no cinema, mas todo um universo criado por George Lucas ainda está esperando para ser revelado. Um deles será um para a nova geração de consoles, apelidado de “Force Unleashed”, que como diz, terá na Força o sua principal característica.
Com essa habilidade inerente aos jedis, o jogador poderá mover remotamente vários objetos e até mesmos inimigos. Como explorado em games como “Psi-Ops: The Mindgate Conspiracy”, o personagem pode arremessar um inimigo contra o chão ou uma parede. Ou pode levitá-lo enquanto solta um raio de eletricidade como o imperador Palpatine.
Em uma das cenas, por exemplo, o stormtrooper pode se agarrar a uma estrutura, que foi arrancada quando ele foi puxado para o outro lado. Para aumentar o realismo, outros objetos que estão em volta também fazem o mesmo movimento. Os escombros podem virar um projétil, sendo jogados contra uma nave.
A distorção do ar e o movimento irregular da chuva ajudam a materializar esses poderes, e dão a impressão de serem mais intensos. Os jedis também podem usar uma espécie de explosão de Força, que destrói tudo que está à volta. Numa demonstração, máquinas que estavam ao redor ficaram despedaçadas, gerando muitas faíscas, em um belíssimo efeito de partículas. Naturalmente, os personagens também usarão o indefectível sabre de luz.
O novo “Star Wars” terá um “engine” feito do zero, baseados em tecnologias da Industrial Light and Magic, empresa de efeitos especiais para cinema de George Lucas. Uma das vantagens do “engine” é que cada material se comporta como é na realidade: madeira se espatifa com o impacto, enquanto uma viga de aço enverga sob a mesma força. Vidros quebram em pequenos pedaços.

Autor: Alcir Categoria: (Tiro, X-box)

Unreal Championship 2: The Liandri Conflict

Unreal Championship 2Plataforma: Xbox
Distribuidora: Midway
Fabricante: Epic Games
Data de Lançamento: 22/04/2005
Data de Aquisição: 17/08/2008
Região: Europa
N.º de Jogadores: 1
Gênero: Tiro
Minha Nota: 3_stars

 

 

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“Unreal Championship” foi uma das grandes promessas do Xbox. Mas apesar dos belos gráficos e ação competente, o jogo de tiro da Digital Extremes não causou o mesmo furor que seus primos para PC. Passado quase dois anos, os produtores anunciam uma primeira continuação e querem dar um ar de videogame ao jogo.
“Unreal Championship 2″, que ganhou o subtítulo “The Liandri Conflict” traz de volta o popular game online para PC ao Xbox Live e as novidades não são poucas.
Numa mistura de tiro com “Street Fighter”, os lutadores são capazes agora de realizar movimentos acrobáticos que devem ser usados para ataque e defesa, mas também para tirar proveito dos cenários.
Cada um dos 14 personagens do game tem habilidades especiais que foram batizadas de “Adrenaline Powers”. Com elas, os lutadores podem literalmente parar balas e invocar poderes que devem ser usados conforme a estratégia do jogador.
Apesar do foco ser aos duelos online através do Xbox Live, o modo para um jogador não foi esquecido. Jogadores poderão escolher um dos personagens e mergulhar num torneio de vida e morte - dividido em duas partes - contra a corparação Liandri. Você pode optar inclusive em ser o herói Anubis.
Outras novidades incluem um modo de câmera em terceira pessoa e, seguindo o exemplo de “Unreal Tournament 2004″, a inclusão de veículos.

Autor: Alcir Categoria: (PlayStation 2, RPG)

Final Fantasy X International

Final Fantasy X InternationalPlataforma: PlayStation 2
Distribuidora: SquareSoft
Fabricante: SquareSoft
Data de Lançamento: 25/01/2007
Data de Aquisição: 18/08/2008
Região: Japão
N.º de Jogadores: 1
Gênero: RPG
Minha Nota: 4_stars

 

 

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Square conseguiu derrubar queixos mais uma vez. O RPG homérico da empresa atraiu o maior número de olhos puxados na Tokyo Game Show e ainda permanece bravamente na lista dos jogos mais esperados de inúmeras publicações ao redor do mundo.
O vídeo promocional de FFX exibe a melhor simulação 3D de água de todos os tempos em seus vídeos pré-renderizados. A heroína Yuna anda sobre as águas de um ambiente cheio do que parecem estranhos corais em forma de flores. E então começam a ser mostradas as cenas épicas: um enorme furacão destruidor, guerras com canhões e uma cena de Tidus, o protagonista, ’surfando’ em cabos suspensos, mostrando uma visão panorâmica inacreditável. É esse tipo de primor visual que você pode esperar quando o jogo for lançado.
E como a Square quer provar que sabe fazer mais do que filmes, misturou cenas renderizadas em tempo real no meio dessas seqüência… e acredite ou não, é muito difícil diferenciar as duas! A grande mudança no salto para o PlayStation 2 é que, apesar dos cenários serem completamente renderizados em tempo real, a câmera se move sozinha e não pode ser controlada pelo jogador.
O sistema de combate não parece ter mudado muito. O que mais chama a atenção são as criaturas invocadas por Yuna, que ficam na batalha ao lado dela por vários turnos. Aliás, uma barra no canto direito mostra a ordem de ataque dos personagens. É possível trocar os personagens durante a batalha - uma novidade na série. Apesar da animação e modelos dos personagens e inimigos ter sido melhorada um pouco, o que mais chama a atenção é a variedade de efeitos especiais colocados nas batalhas: gelo preenche a tela e distorce a imagem, vento passa e borra as coisas, o fogo apresenta um comportamento assustadoramente realista em seu visual… coisas que não podem ser descritas com palavras - é ver para crer.
Para os que gostam de detalhes específicos: os produtores de Final Fantasy X viajaram para Okinawa, uma ilha próxima do Japão (que foi por muitos anos uma base militar americana) e utilizou a cultura e a natureza do local como inspiração na produção do game.
Além dos dois protagonistas, Tidus, o jogador de Blitzball (uma espécie de esporte aquático com bolas e espadas - incluso como um dos mini-games da aventura) e Yuna, a filha de um importante sacerdote, foram mostrados Wakka, Kimahli, Lulu, Auron e Rikku. Eles também falaram de Seymour, que deve ser o antagonista de Tidus (assim como Sephiroth e Seifer em Final Fantasy VII e VIII, respectivamente).
O novo episódio não terá mais a famosa EXP, a experiência que os personagens ganhavam ao matar oponentes. Por isso mesmo, eles não ganham nem apresentam mais um nível específico (exemplo: Cloud é nível 26 agora). Ao invés disso, os combates farão com que personagens ganhem AP, ou Ability Points.
Esses Ability Points não são novidade em Final Fantasy, mas o jeito como serão usados, sim. Quando você junta APs suficientes, seu personagem ganha um Sphere Level, ou S.Lv. Esses níveis serão usados para avançar seu personagem no Sphere Board (Tabuleiro de Esferas, mostrado na foto abaixo). Toda vez que você move seu personagem pelas linhas pré-definidas, ele gastas um S.Lv.
Dependendo do buraco onde ele cair, você pode usar certas esferas que melhorarão certas habilidades: aumentar força, permitir o aprendizado de novas magias ou até mesmo habilidades como roubo de itens. Segundo a Square, isso permitirá que os personagens sejam completamente personalizados: você pode ensinar magia negra a uma ladra, ou aumentar incrivelmente a força física de um mago.
Ao que tudo indica, cada buraco do tabuleiro terá características exclusivas, fazendo com que somente algumas esferas possam ser usadas neles. Ainda não foi revelado como as esferas serão obtidas, mas é provável que elas sejam conseguidas como itens em baús, eventos e mini-games.
Para dar alguma exclusividade aos personagens, eles apresentam uma característica individual chamada Overdrive. Substituindo os Limit Breaks da série, o Overdrive é ativado depois do personagem receber uma certa quantidade de dano. Quando isso acontece, cada personagem tem uma ação específica: Tidus mistura golpes de espada ativados por seqüências digitadas, Kimari usa magia azul, Lulu pode usar múltiplas magias e assim por diante. Enquanto isso, o Overkill dá AP extra quando um personagem mata um oponente tirando muito mais energia do que ele tinha restante.
A trama do jogo continua seguindo o alto padrão de qualidade esperado dos títulos da Square. Uma terrível força maligna conhecida apenas como Sin destruiu boa parte do mundo de Spiria, em um incidente relacionado com equipamentos tecnológicos. Por isso mesmo, o mundo se dividiu em duas facções, uma com magos capazes de invocar criaturas, e os Al Bhed, uma tribo que pretende continuar usando máquinas. O grande sacerdote dos magos morre, e sua filha, Yuna, tem um casamento arranajado com o mago Seymour.
O jogo de Blitzball, ao contrário do que se imaginava, envolve mais estratégia do que reflexos, uma vez que as disputas de bola são resolvidas com comparação das habilidades dos personagens com comandos escolhidos em menus - exatamente como nas lutas.
Com alguns diálogos falados, um ambiente renderizado em tempo real e alguns dos mais lindos gráficos e músicas já vistos no PlayStation 2, Final Fantasy X tem tudo para se tornar um dos melhores jogos de todos os tempos.

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Autor: Alcir Categoria: (Aventura, Ação, PlayStation 3)

Metal Gear Solid 4: Guns of the Patriots

Metal Gear Solid 4 Guns of the Patriots Plataforma:  PlayStation 3
Distribuidora: Konami
Fabricante: Konami
Data de Lançamento: 12/06/2008
Data de Aquisição: 26/07/2008
Região: EUA
N.º de Jogadores: 1
Gênero: Ação; Aventura
Minha Nota: 5_stars

 

 

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“Guns of the Patriots” é o primeiro jogo de “Metal Gear Solid” para o PlayStation 3. O subtítulo faz referência à sociedade secreta que aparece no segundo episódio.
De acordo com o produtor Hideo Kojima, a aventura para o console nova geração da Sony mostrará um nível de realismo jamais visto. O personagem principal, que se supõe ser Solid Snake, está no meio de uma guerra. É impressionante o nível de detalhes do modelo poligonal, com expressões bem realistas e uma intrincada estrutura nas roupas e nas armas do personagem.
“Guns of the Patriots” acontece depois de “Metal Gear Solid 2″ e o personagem já está grisalho. Sua roupa ficou um pouco mais futurista, apesar de ainda lembrar o Snake do primeiro e segundo episódios. “Metal Gear Solid 3″ se passa na década de 60 e é anterior aos outros capítulos.
Um dos equipamentos do protagonista é um tapa-olho futurista, que mostra imagens de satélite e permite enxergar mais longe. Snake será auxiliado por um robô-assistente, de nome Metal Gear Mark II. Ele apareceu pela primeira vez em “Snatcher”, um adventure gráfico criado por Kojima em 1988. O amigo Otacon controla o robô ajuda a distância.
Na guerra urbana em que Snake foi parar, ele passa a ser perseguido também por unidades de Metal Gear, cujo degin lembra os do modelo que apareceu no primeiro capítulo, o Rex. Quando um destes robôs encontra o herói, dispara ataques que pulverizam seu esconderijo. Como havia dito o diretor em eventos anteriores, parece não haver lugar para se esconder, pelo menos, por muito tempo.
Outra novidade são os muitos elementos de tiro em primeira pessoa, além de fazer referências a diversos maneirismos do gênero. Mas trata-se apenas de mais uma brincadeira do diretor Hideo Kojima.
Naturalmente, não poderiam faltar as inúmeras piadas. Numa delas, presente no primeiro trailer do jogo, Snake entra naquele famoso demo dos patinhos da Sony, seguido pelo vídeo de “Killzone” para PlayStation 3. Otacon diz que Metal Gear Mark II é equipado com processador Cell, o mesmo do PlayStation 3. E deixa duas mensagens: que o Cell é a chave para vencer a guerra dos consoles e que “Metal Gear Solid 4″ vai valer a espera.

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Autor: Alcir Categoria: (Aventura, Ação, Windows Vista)

Devil May Cry 4

Devil May Cry 4Plataforma: Windows Vista
Distribuidora: Capcom
Fabricante: Capcom
Data de Lançamento: 08/07/2008
Data de Aquisição: 09/07/2008
Região: EUA
N.º de Jogadores: 1
Gênero: Ação; Aventura
Minha Nota: 5_stars

 

 

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A série “Devil May Cry” nasceu como “subproduto” de “Resident Evil”, assim como “Onimusha”, mas ambos acabaram se transformando em franquias consagradas. Agora, na quarta edição, as aventuras de Dante vão para PlayStation 3, Xbox 360 e PC.
Na verdade, o papel do caçador de demônios se inverte em relação aos outros “Devil May Cry”. O novo protagonista é Nero, e Dante, que estrelou todas as iterações anteriores, aparece, a princípio, como o alvo da vingança do novato. Os dois são muito parecidos fisicamente, mas o novo personagem principal tem um rosto mais jovial. Ele faz parte de um grupo fanático que cultua Sparda, o lendário cavaleiro negro que derrotou o demônio e que vem a ser pai de Dante e de Vergil. Mas um dia, Dante ataca a irmandade e mata todos os seus membros.
Os métodos de ataque de Nero são similares ao seu sósia. Ele tem golpes de espada - chama-se Red Queen, que tem o poder matar demônios -, com a qual maneja apenas com o braço esquerdo. Também possui uma arma de fogo de cano duplo, e ambas as formas de ataque podem ser alternadas num instante.
Mas Nero também tem mais uma arma: é seu braço direito - chamado de Devil Bringer -, que tem poderes demoníacos. Com ele, o personagem pode soltar uma espécie de chicote de luz, que captura os oponentes. Com isso, você pode trazê-los para perto ou afastá-los, conforme as necessidades.
O sistema de combos é similar, aumentando o rank dependendo dos golpes que conseguir conectar com um mínimo de intervalo de tempo. Os novos inimigos, principalmente os chefes, desfilam efeitos especiais mais pirotécnicos, literalmente. Um deles é Belial, uma espécie de centauro de fogo.
A produtora promete que o jogo rodará extremamente suave, ou seja, a 60 quadros por segundo. A produção está a cargo de Hiroyuki Kobayashi (”Resident Evil 4″) e a direção, de Hideaki Isono (”Devil May Cry 3″). O destaque é a volta de Yûji Shimomura na direção das cenas não-interativas.

Autor: Alcir Categoria: (Aventura, Ação, Windows Vista)

Wall-E

Wall-EPlataforma: Windows Vista
Distribuidora: THQ
Fabricante: THQ
Data de Lançamento: 24/06/2008
Data de Aquisição: 12/07/2008
Região: EUA
N.º de Jogadores: 1
Gênero: Ação; Aventura
Minha Nota: 3_stars

 

 

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A Disney Pixar é considerada uma das melhores produtoras de desenhos da atualidade - sua especialidade são as animações feitas por computador -, como é o caso de “Toy Story”, “Procurando Nemo” e o recente “Ratatouille”. Agora, o próximo projeto da companhia também está prestes a virar game.
Em “WALL-E”, os jogadores controlam o simpático robozinho que dá nome a obra. Ele é o último “sobrevivente” de um batalhão dessas máquinas, criadas pelos humanos para limpar a Terra. Séculos de consumismo desenfreado transformaram o planeja num grande lixão, e os humanos tiveram que deixar a Terra.
WALL-E vivia solitário até que se apaixona por EVE, um robô de busca enviado pelos humanos para colher informações. A partir daí, os jogadores passam a alternar entre comandar WALL-E e EVE, numa grande aventura que se estende por dez mundos.
O game, de ação e aventura, conta com a mesma história, localidades e personagens da animação para cinemas, mas também tem eventos extras, que pretendem estender a experiência e ampliar o universo. O título traz várias missões e inimigos perigosos que tentam impedir o pequeno robô de alcançar seus objetivos.

Autor: Alcir Categoria: (Luta, PlayStation 2)

The King Of Fighters 98 Ultimate Match

KOF 98 UMPlataforma: PlayStation 2
Distribuidora: SNK Playmore
Fabricante: SNK Playmore
Data de Lançamento: 26/06/2008
Data de Aquisição: 26/06/2008
Região: Japão
N.º de Jogadores: 2
Gênero: Luta
Minha Nota: 5_stars

 

 

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KoF 98 é, indiscutivelmente, um dos KoF mais aclamado pelos fãs. Um dos mais bonitos e divertidos de se jogar. Boa jogabilidades, vários chars e animações bem feitos. Pois bem, o aguardade KoF 98 para PS2 deu as caras. Ele não será hi-res como o KoF 94, mas trás surpresas agradáveis.
O jogo contará, assim como o 94RB, com duas versões, a MVS original e a versão Arranged.
A versão MVS é a conhecida de todos, com a única diferença de ter color edit e modo online, seguindo o padrão dos outro collection.
As novidades ficam por conta da versão arranged.
O trailer mostrado na TGS mostra novos chars que foram incluidos, entre eles, Goenitz, Geese, Kasumi e Eiji, além do Kyo do XI. Além disso, temos chars alternativos e acrescentados com golpes editados, como o Terry alternativo com Buster Wolf.
A mudança não fica só nos chars, as barras foram retocadas, e foram acrescentados mais grooves além do Extra e do Advanced, totalizando quatro grooves.
Na parte gráfica ainda temos uma mudança que irá agradar aos fãs do Shinkiro. A tela de vitória não trás as imagens originais da versão MVS e sim arts do Shinkiro.
Pra quem sonhava com um Dream Match definitivo, 3×3, talvez este KoF seja a resposta. Além do material do já consagrado 98, tudo indica que teremos todos os chars de 94 ao 98 [ou quem sabe até mais] e mais grooves para diversificar.
A proposta do jogo é tão interessante que, perguntados se o jogo ganharia uma versão arcade, membros da SNKP responderam que estão pensando no caso já, tudo depende das venda da versão PS2.

Autor: Alcir Categoria: (Musical, PlayStation 2)

Guitar Hero: Aerosmith

PS2CoverSheet10_06Plataforma: PlayStation 2
Distribuidora: Activision
Fabricante: Budcat Creations
Data de Lançamento: 24/06/2008
Data de Aquisição: 24/06/2008
Região: Europa
N.º de Jogadores: 2
Gênero: Musical
Minha Nota: 4_stars

 

 

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A escolha do Aerosmith para o primeiro vôo solo de “Guitar Hero” é, no mínimo, justa. Afinal, a banda liderada por Steven Tyler, e que há mais de 30 anos simboliza o rock’n roll norte-americano, acumula 150 milhões de álbuns vendidos e incontáveis premiações.
“Guitar Hero: Aerosmith” realiza o sonho dos fãs de subir ao palco e assumir as peles de Brad Whitford e Joe Perry (guitarras), e Tom Hamilton (baixo), para ao lado do baterista Joey Kramer e do próprio Tyler experimentar um pouco da carreira do Aerosmith, do primeiro sucesso até a consagração.
Conforme o jogador progride em sua carreira virtual de lenda do rock, toca não apenas os hits do Aerosmith, mas também aqueles de outros artistas que a banda tocou ou mesmo as canções que serviram de inspiração para Tyler e cia. Na verdade, o que a Nerversoft fez foi integrar todo o estilo musical da banda a cada aspecto do jogo - os planos de fundo dos menus, por exemplo, são locações do estúdio usado pela Aerosmith na vida real.
O acervo de cerca de 40 canções está dividido na seguinte proporção: 60% das músicas são do Aerosmith, enquanto os 40% restantes são de outros artistas. Dentre as garantidas da própria banda estão: “Uncle Salty”, “Make It”, “Draw the Line”, “No Surprize” e “Sweet Emotion”. Quanto às demais, há “All the Young Dudes” (Mott the Hopple), “Dream Police” (Cheap Trick), um cover de “All Day and All Night” (The Kinks) e muito mais.
Algumas músicas simplesmente não estavam disponíveis em seu formato original, principalmente aquelas do início da carreira. Uma delas, “Make It”, foi regravada pela banda especialmente para o game.
Cada integrante da banda foi recriado de forma estilizada (parecem todos mais jovens). O próprio Tyler participou da captura de movimentos, para que os trejeitos e expressões faciais permaneçam fiéis. O jogo ainda conta com participações de personagens consagrados pela própria franquia “Guitar Hero”, como Axel Steele, Johnny Napalm, Izzy etc.
O modo Career reproduz a trajetória do Aerosmith, por isso prepare-se para tocar em muitos locais pelos quais a banda passou em momentos-chave da carreira. Há vários vídeos que explicam e contextualizam os fatos biográficos.
Quanto à mecânica de jogo, são poucas as mudanças perceptíveis em relação a “Guitar Hero III”, com exceção de uma curva de aprendizado mais camarada, principalmente no início. Porém, o jogo não possui modo carreira cooperativo (somente o modo cooperativo está presente).

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