Autor: Alcir Categoria: (Aventura, Ação, Tiro, Windows Vista)

Mirror’s Edge

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Plataforma: Windows Vista
Distribuidora: Electronic Arts
Fabricante: Digital Illusions
Data de Lançamento: 13/01/2009
Data de Aquisição: 14/01/2009
Região: EUA
N.º de Jogadores: 1
Gênero: Ação; Aventura; Tiro
Minha Nota: 5_stars

 

Preview:

Após transformar “Battlefield” em uma das principais franquias dentre os chamados “shooters”, a EA DICE (anteriormente conhecida como Digital Illusions CE) tem em mãos uma nova investida no gênero. Trata-se de “Mirror’s Edge”, que a produtora sueca alardeia como uma revolução da mecânica tradicional dos games de tiro.

“Mirror’s Edge” não quer mais restringir ou bloquear o jogador através de barreiras simples, como paredes ou cercas. A idéia é proporcionar uma liberdade fiel à vida real, com um personagem que corre, pula, salta e escorrega. Nada mais conveniente que fazer do protagonista um mestre do Le Parkour, aquele esporte radical em que o objetivo é superar obstáculos com os próprios braços e pernas em ambientes urbanos.

De acordo com o enredo, que é ambientado em um futuro próximo, o personagem principal é um mensageiro, única esperança em um mundo no qual as transmissões não são mais seguras e tampouco dignas de confiança. O cenário é uma cidade repleta de altos edifícios de janelas espelhadas, colocando o jogador para se movimentar pelo topo de tais construções.

A parte interessante é que o jogo inova a visão tradicional dos jogos de tiro, em que se vê uma “arma flutuante”; no caso de “Mirror’s Edge”, não há HUD, ou seja, nenhuma representação gráfica é exibida na tela. Se o jogador olhar para baixo, por exemplo, verá suas pernas e pés.

Como se pode imaginar, a meta do protagonista é entregar encomendas e, para tal, é necessário correr o mais rápido que puder, pulando para o próximo edifício e superando os mais variados obstáculos. Durante os saltos, o ritmo do tempo passa para um efeito “bullet time”, desacelerando o ritmo do jogo. Objetos que eventualmente podem ajudá-lo em sua missão ficam destacados em vermelho na tela.

Toda ajuda é fundamental para superar ameaças como policiais que, por vezes, lançam mão de recursos como helicópteros para impedir o progresso do jogador.

Autor: Alcir Categoria: (Aventura, Ação, PlayStation 3, Tiro)

Uncharted: Drake’s Fortune

UDFps3US-PKGmech02_mbPlataforma: PlayStation 3
Distribuidora: Sony Computer Entertainment
Fabricante: Naughty Dog
Data de Lançamento: 19/11/2007
Data de Aquisição: 31/12/2007
Região: Europa
N.º de Jogadores: 1
Gênero: Ação; Aventura; Tiro
Minha Nota: 5_stars

 

 

Preview:

Dos criadores de “Crash Bandicoot” e “Jak & Daxter”, “Uncharted: Drake’s Fortune” segue os mesmos moldes das obras da Naughty Dog, ou seja, com personagens no estilo cartoon e ambientes de fantasia. O jogador é um caçador de tesouros que acredita ser o descendente do famoso explorador Sir Francis Drake. Para restabelecer o justo legado da família, ele decide partir em busca do tesouro perdido de El Dorado que, de quebra, o fará bastante rico.

A mecânica é dividida basicamente em três componentes: travessia de terrenos, tiro e combates mano-a-mano. A aventura começa na costa do Panamá, mas os cenários passam ainda pela selva amazônica, por uma colônia espanhola abandonada, um tempo pré-Inca, entre outros. É o suficiente para dez a 12 horas de jogatina, provavelmente com alguma pitada de romance.

Uma vez na floresta, por exemplo, os movimentos do protagonista lembram muito títulos como “Tomb Raider” e “Prince of Persia”, dependurando-se parapeitos para conseguir acesso a lugares mais altos e até mesmo andando vagarosamente por tábuas, afim de evitar uma fatal queda - neste caso, o Sixaxis é usado para manter o equilíbrio. Quando Drake executa um movimento mais admirável, a câmera mostra o feito novamente, sob um ângulo cinematográfico e em “slow motion”.

Nas cenas de ação, com um arsenal que inclui AK-47, escopeta e granadas, a melhor opção é visualizar tudo através de uma câmera posicionada acima do ombro, que lembra muito o estilo de “Gears of War”. Já nas cenas de luta, há movimentos contextuais para derrubar o inimigo logo de cara.

Em termos de visual, o destaque fica mesmo para o protagonista Nathan Drake, que recebeu mais de três mil animações. Mais notável ainda é o fato de que, uma vez começado o jogo, não há mais qualquer carregamento.

Autor: Alcir Categoria: (Aventura, Ação, PlayStation 3)

Assassin’s Creed

ASSA0497_PS3_CvrSht.epsPlataforma: PlayStation 3
Distribuidora: Ubisoft
Fabricante: Ubisoft Montreal
Data de Lançamento: 13/11/2007
Data de Aquisição: 31/12/2008
Região: EUA
N.º de Jogadores: 1
Gênero: Ação; Aventura
Minha Nota: 4_stars

 

 

Preview:

Quando a Ubisoft resolve inaugurar uma franquia, esteja certo de que algo duradouro e promissor está por vir - “Rainbow Six”, “Splinter Cell” e “Prince of Persia” são provas disso. Por isso, “Assassin’s Creed” já se credencia como digno de atenção, combinando gráficos avançados, enredo sofisticado e novidades na mecânica de jogo.

O primeiro episódio da série é ambientado no ano de 1191, quando a Terceira Cruzada está assolando a Terra Sagrada. Protegidos pela discrição e temendo a crueldade, os assassinos resolvem colocar um fim no conflito, anulando ambos os lados.

Na pele do personagem principal, Altair, você tem o poder de jogar-se imediatamente nos cenários de caos e desempenhar um papel fundamental neste momento da história.

Como um espião medieval, Altair deve se aproximar dos inimigos pelas costas e colocar um ponto final em suas vidas silenciosamente, ou lutar contra vários ao mesmo tempo. De qualquer maneira, é preciso muito sangue frio para superar os desafios do game.

Autor: Alcir Categoria: (Aventura, Ação, Windows Vista)

Dead Space

dead spacePlataforma: Windows Vista
Distribuidora: Electronic Arts
Fabricante: Electronic Arts
Data de Lançamento: 20/10/2008
Data de Aquisição: 28/12/2008
Região: EUA
N.º de Jogadores: 1
Gênero: Ação; Aventura
Minha Nota: 5_stars

 

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A Electronic Arts é a maior “publisher” de games do mundo, mas, mesmo com todo esse porte, ainda possui alguns nichos muito pouco explorados. “Dead Space” combina tiro em primeira pessoa, quebra-cabeças e temática sobre horror. Mas, como o nome diz, aqui, a ameaça vem do espaço.
O protagonista é Isaac Clarke, um engenheiro espacial freelancer, que, quando consertava uma nave, recebe um chamado de socorro de outra embarcação. Lá, defronta com alienígenas parasitas identificados de Necromorphs, que fazem os humanos de hospedeiros.
O argumento pode soar familiar, mas é pretexto para o show de sangue que pretende ser “Dead Space”. O elemento-chave dos combates são os desmembramentos. Para evitar que um alien o persiga, Clarke pode cortar as pernas de seu opositor, por exemplo.
Haverá também cenas em que o jogador se locomove em partes externas à nave. Nessa situação, qualquer movimento mal-calculado pode condenar seu personagem a vagar pelo infinito sideral.

Autor: Alcir Categoria: (Luta, PlayStation Portable)

Dissidia: Final Fantasy

Dissidia Final FantasyPlataforma: PlayStation Portable
Distribuidora: Square-Enix
Fabricante: Square-Enix
Data de Lançamento: 18/12/2008
Data de Aquisição: 18/12/2008
Região: Japão
N.º de Jogadores: 1
Gênero: Luta
Minha Nota: 5_stars

 

 

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“Final Fantasy Dissidia” é o primeiro jogo de luta 3D baseado no clássico RPG da Square Enix e parte das comemorações dos 20 anos da série nipônica - tanto que, não por acaso, traz personagens de vários episódios.
A história conta o embate entre dois deuses, um da luz e outro da escuridão (são eles que estão representados no logotipo). Cada um - Cosmos e Chaos, respectivamente - traz o seu time de lutadores, que vêm dos vários capítulos da série de RPG: o guerreiro da luz e o vilão Garland são do “Final Fantasy” original, enquanto o herói Zidane e o malvado Kuja estrearam no nono episódio.
Ao menos um personagem de “Final Fantasy” já apareceu num jogo de luta: Cloud, protagonista de “Final Fantasy VII” fez uma aparição especial em “Ehrgeiz”. Aliás, o loirinho de cabelo espetado não deve ficar de fora de “Dissidia”.
O desenho dos personagens está a cargo de Tetsuya Nomura, que ocupou a mesma função em vários episódios desde “Final Fantasy VII” e é diretor da série “Kingdom Hearts”.

Autor: Alcir Categoria: (Aventura, Ação, Windows Vista)

Prince Of Persia

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Plataforma: Windows Vista
Distribuidora: Ubisoft Montrea
Fabricante: Ubisoft Montrea
Data de Lançamento: 09/12/2008
Data de Aquisição: 15/12/2008
Região: EUA
N.º de Jogadores: 1
Gênero: Ação; Aventura
Minha Nota: 5_stars

 

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Uma das séries mais clássicas dos games, “Prince of Persia”, está para ganhar um episódio bem diferente dos anteriores. Uma das inovações mais aparentes da nova versão é o estilo gráfico, que lembra ilustrações feitas à mão, em vez do tom realista dos episodios anteriores. Para criar esse visual de quadrinho, o jogo utiliza uma versão modificada da tecnologia por trás de “Assassin’s Creed”, só que desta vez fazendo uso da técnica “cel-shading”, que dá contornos marcantes aos personagens e cenários.

A trama é inspirada na mitologia zoroastriana, envolvendo a guerra entre os deuses irmãos Ohrmazd e Ahriman. O primeiro, um deus da bondade, aprisiona seu irmão maligno em uma caixa e o esconde em um oásis. No entanto, Ahriman é libertado por um ladrão séculos depois, corrompendo a natureza e as pessoas. O protagonista (que nada tem a ver com o da série anterior) entra na história como um mero aventureiro que, após alguns eventos, acaba se tornando um príncipe e o único humano capaz de livrar o mundo da maldição de Ahriman.

Há um enorme enfoque na exploração de ambientes, cada um com seu próprio objetivo, os quais estão espalhados por um mundo aberto e não linear. Conforme você vai realizando-os, o mundo do jogo vai sendo alterado e novos locais se tornam acessíveis. Ao derrotar chefões - como em “Okami” e “The Legend of Zelda: Twilight Princess” - o protagonista recupera parte da natureza, como flores, plantas e a luz, eliminando de vez a escuridão que impregnava o local.

Como na série anterior, o príncipe possui uma companheira, Elika, a última descendente dos guardiões da árvore da vida, um símbolo da vida e da morte, a qual foi corrompida por Ahriman. Além de narrar a história, Elika o ajuda durante combates e na realização de quebra-cabeças. Há momentos que, inclusive, o jogador passa a controlá-la.

Os combates também possuem um papel importante. Mas, diferente da trilogia recente, em que o príncipe podia enfrentar múltiplos inimigos simultaneamente, aqui a ação fica mais limitada a um inimigo por vez. A luva metálica do protagonista também dá ao personagem uma série de movimentos únicos para os combates, além de ser útil na realização de acrobacias.

Autor: Alcir Categoria: (Aventura, Ação, Windows Vista)

Grand Theft Auto IV

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Plataforma: Windows Vista
Distribuidora: Rockstar North
Fabricante: Rockstar Games
Data de Lançamento: 02/12/2008
Data de Aquisição: 10/12/2008
Região: EUA
N.º de Jogadores: 1
Gênero: Ação; Aventura
Minha Nota: 3_stars

 

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“Grand Theft Auto” acostumou-se ao sucesso e às polêmicas e, na geração encabeçada pelo PlayStation 2, conseguiu firmar-se como um dos maiores games de todos os tempos. A quarta edição continuou a trajetória de sucesso: foi o maior lançamento de entretenimento da história, de acordo com o livro Guinness de recordes. Com essa credencial, agora espera também espera repetir a dose no PC.

O protagonista é Niko Bellic, um imigrante do leste europeu que veio aos Estados Unidos para perseguir o sonho americano e, influenciado pelo primo Roman, acaba por envolver-se em atividades criminosas. Na verdade, Bellic não é um bandido, e leva uma vida até tranqüila, mas aos poucos, para resolver seus problemas, é obrigado a tomar decisões pouco ortodoxas.

Toda a Big Apple é recriada, com direito a trechos de New Jersey: em “GTA IV”, novamente Nova York é Liberty City, enquanto o Brooklyn vira Broker, Manhattan passa a se chamar Algoquin, Queens transforma-se em Dukes, o Bronx torna-se Brohan e New Jersey é rebatizada de Alderney.

Os espaços em branco praticamente desaparecem, dando lugar a uma cidade densa, tanto horizontal quanto verticalmente, no projeto que é seguramente o mais ambicioso da série. Nos PC mais turbinados, o jogo se beneficia da melhor resolução e mais “draw distance”, ou seja, pode-se ver locais que estão mais distantes. Com isso, o visual do game está mais detalhado. A edição para computador também tem a funcionalidade de gravar e editar vídeos, além de ter um modo multiplayer mais rico que as versões para consoles.

A máfia aparece por Liberty City, embora sem papéis fundamentais na trama. Já os personagens de versões anteriores ficam de fora. O protagonista utiliza um telefone celular para falar com seus contatos, não ficando limitado apenas a receber ligações. Como se trata de apenas uma cidade, os aviões ficaram de fora, mas, por outro lado, os helicópteros estão garantidos.

O jogo utiliza a uma versão da Rockstar Advanced Game Engine, mais conhecida como RAGE, empregada em “Table Tennis”. Para as animações de movimento, a tecnologia é a Euphoria, da NaturalMotion, que torna as ações dos personagens mais coerentes e fluídas - variações no terreno, por exemplo, influenciam no modo de caminhar. Com certeza, é uma mudança e tanto em relação às animações pré-desenhadas dos antecessores.

Autor: Alcir Categoria: (Corrida, Windows Vista)

Need For Speed Undercover

nfsunderPlataforma: Windows Vista
Distribuidora: Electronic Arts
Fabricante: EA Vancouver
Data de Lançamento: 17/11/2008
Data de Aquisição: 18/11/2008
Região: EUA
N.º de Jogadores: 1
Gênero: Corrida
Minha Nota: 4_stars

 

 

Preview

“Need for Speed: ProStreet” não foi exatamente uma unanimidade entre a crítica especializada e também não vendeu tanto quanto o esperado, o que pode ter soado como um alerta dentro da Electronic Arts de que uma de suas principais franquias poderia estar em risco. Não só pela própria qualidade do jogo, comprometida pelos cada vez menores ciclos de produção, mas também pela própria saturação da marca, que praticamente conta com um novo capítulo todo ano.
Mas a empresa parecia já prever a decepção e, antes mesmo do lançamento daquele jogo no ano passado, resolveu investir na idéia de dividir a EA Black Box, responsável pela série, em dois times. Um grupo deixou o desenvolvimento de “Need for Speed ProStreet” em seus momentos finais para criar o jogo a ser lançado este ano, “Need for Speed: Undercover”, enquanto a equipe que ficou para trás agora trabalha no projeto de 2009 - e assim as duas partes da Black Box deverão se alternar a cada ano, para contar com um ciclo de 24 meses de produção, em vez dos habituais 12.
“Need for Speed: Undercover”, apesar de contar, na prática, com apenas 16 meses de desenvolvimento, resolveu mudar muitos elementos e resgatar outros momentos clássicos da série. O foco volta a ser nas grandes perseguições automobilísticas, inspiradas em filmes como “Carga Explosiva”, com alguns momentos exagerados e sem muitas regras, para encarar oponentes e policiais. Retornam até mesmo as seqüências em vídeo, agora estreladas pela atriz e modelo Maggie Q, que começou trabalhando em filmes de ação chineses e foi parar em grandes blockbusters de Hollywood como “Missão: Impossível III” e “Duro de Matar 4.0″.
Na trama, Maggie Q interpreta uma agente do FBI que é o contato do jogador, outro agente, que se infiltra no submundo do crime e se torna um motorista profissional para trabalhos sujos. A idéia é justamente utilizar esta trama para justificar uma série de corridas frenéticas, contando com manobras dignas de dublês hollywoodianos e rotas quase impossíveis de serem reproduzidas na vida real, algo com um clima bastante cinematográfico. É a forma de colocar o jogador na pele de um herói dos volantes, algo que fica claro até mesmo no nome do sistema de direção criado para o título, chamado de Heroic Driving System.
O jogo se passa na fictícia cidade de Tri-City Bay, em um ambiente aberto bastante similar ao visto em “Burnout Paradise”, o que dá margem para que o jogador aborde as missões que quiser e se adapte rapidamente, já que tem familiaridade com os percursos. A inteligência artificial dos oponentes e dos policiais foi reforçada para tornar as perseguições mais emocionantes, fazendo com que peguem caminhos alternativos, por exemplo, e tenham uma atitude mais agressiva e aberta a surpresas.
Como não poderia faltar, o jogo conta com vários veículos licenciados como o Audi R8, BMW M6 e o Lexus IS-F, com opções de customização, sistema de física realista e danos aplicados em tempo real.

Autor: Alcir Categoria: (Aventura, Ação, Windows Vista)

Tomb Raider: Underworld

truPlataforma: Windows Vista
Distribuidora: Crystal Dynamics
Fabricante: Eidos Interactive
Data de Lançamento: 18/11/2008
Data de Aquisição: 20/11/2008
Região: EUA
N.º de Jogadores: 1
Gênero: Ação; Aventura
Minha Nota: 5_stars

 

 

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Com a revitalização da franquia feita pela Crystal Dynamics, em “Tomb Raider: Legend”, Lara Croft está com força total e “Tomb Raider: Underworld” ganha proporções épicas, se tornando o jogo mais ambicioso da série até então. O objetivo da voluptuosa exploradora, desta vez, é provar que o martelo do Deus nórdico Thor existe e que tem o verdadeiro poder de destruir até mesmo montanhas inteiras.

Além da tradicional variedade de cenários, com uma volta ao mundo nos mais exóticos lugares, o grande diferencial está na capacidade de Lara em criar seus próprios caminhos. Você agora pode decidir como abordar os inimigos graças a novos golpes e técnicas de luta - incluindo debaixo d’agua - e como alcançar determinados pontos do mapa, inventando parte de suas próprias rotas. Novamente, haverá momentos de velocidade sobre duas rodas.

Um novo sistema de física implementado contribui para o realismo visual, sujando as roupas de Lara, por exemplo, de acordo com a pressão com que ela encosta contra paredes úmidas. E, claro, também nos quebra-cabeças, como em casos em que ela deve se manter agarrada em estruturas móveis, como moinhos, que sofrem a ação de água ou quando tem que lidar com plataformas.

Nos consoles da Nintendo, é possível utilizar as interfaces diferenciadas para certas características exclusivas. Com o Wii Remote ou a caneta Stylus é possível reproduzir o movimento de instrumentos como picaretas, alicates e cinzéis para se sentir um verdadeiro arqueólogo.

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Autor: Alcir Categoria: (Corrida, PlayStation 2)

Need For Speed Undercover

nfsunderPlataforma: PlayStation 2
Distribuidora: EA Vancouver
Fabricante: Electronic Arts
Data de Lançamento: 18/11/2008
Data de Aquisição: 18/11/2008
Região: Europa
N.º de Jogadores: 2
Gênero: Corrida
Minha Nota: 3_stars

 

 

Preview

“Need for Speed: ProStreet” não foi exatamente uma unanimidade entre a crítica especializada e também não vendeu tanto quanto o esperado, o que pode ter soado como um alerta dentro da Electronic Arts de que uma de suas principais franquias poderia estar em risco. Não só pela própria qualidade do jogo, comprometida pelos cada vez menores ciclos de produção, mas também pela própria saturação da marca, que praticamente conta com um novo capítulo todo ano.

Mas a empresa parecia já prever a decepção e, antes mesmo do lançamento daquele jogo no ano passado, resolveu investir na idéia de dividir a EA Black Box, responsável pela série, em dois times. Um grupo deixou o desenvolvimento de “Need for Speed ProStreet” em seus momentos finais para criar o jogo a ser lançado este ano, “Need for Speed: Undercover”, enquanto a equipe que ficou para trás agora trabalha no projeto de 2009 - e assim as duas partes da Black Box deverão se alternar a cada ano, para contar com um ciclo de 24 meses de produção, em vez dos habituais 12.

“Need for Speed: Undercover”, apesar de contar, na prática, com apenas 16 meses de desenvolvimento, resolveu mudar muitos elementos e resgatar outros momentos clássicos da série. O foco volta a ser nas grandes perseguições automobilísticas, inspiradas em filmes como “Carga Explosiva”, com alguns momentos exagerados e sem muitas regras, para encarar oponentes e policiais. Retornam até mesmo as seqüências em vídeo, agora estreladas pela atriz e modelo Maggie Q, que começou trabalhando em filmes de ação chineses e foi parar em grandes blockbusters de Hollywood como “Missão: Impossível III” e “Duro de Matar 4.0″.

Na trama, Maggie Q interpreta uma agente do FBI que é o contato do jogador, outro agente, que se infiltra no submundo do crime e se torna um motorista profissional para trabalhos sujos. A idéia é justamente utilizar esta trama para justificar uma série de corridas frenéticas, contando com manobras dignas de dublês hollywoodianos e rotas quase impossíveis de serem reproduzidas na vida real, algo com um clima bastante cinematográfico. É a forma de colocar o jogador na pele de um herói dos volantes, algo que fica claro até mesmo no nome do sistema de direção criado para o título, chamado de Heroic Driving System.

O jogo se passa na fictícia cidade de Tri-City Bay, em um ambiente aberto bastante similar ao visto em “Burnout Paradise”, o que dá margem para que o jogador aborde as missões que quiser e se adapte rapidamente, já que tem familiaridade com os percursos. A inteligência artificial dos oponentes e dos policiais foi reforçada para tornar as perseguições mais emocionantes, fazendo com que peguem caminhos alternativos, por exemplo, e tenham uma atitude mais agressiva e aberta a surpresas.

Como não poderia faltar, o jogo conta com vários veículos licenciados como o Audi R8, BMW M6 e o Lexus IS-F, com opções de customização, sistema de física realista e danos aplicados em tempo real.

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